Óculos Ray-Ban Meta: Inteligentes no dia a dia, surpreendentemente subtis

Tenho usado os novos óculos Ray-Ban Meta há algumas semanas e mudaram genuinamente a forma como capto e partilho pequenos momentos. À primeira vista, parecem-se exatamente com os Ray-Ban clássicos - a mesma forma icónica, armação leve, sem vibrações tecnológicas chamativas. É isso que mais me agrada: não gritam "gadget", apenas são óculos de sol (ou óculos transparentes) que usaria de qualquer forma.

O que se destaca

  • Fotografias e vídeos em modo mãos-livres
    Um toque rápido na parte lateral, ou mesmo um comando de voz, e posso tirar uma fotografia ou começar a gravar sem ter de pegar no telemóvel. Perfeito para passeios de bicicleta, cozinhar ou para aqueles momentos em que tenho as mãos ocupadas.
  • Partilha social simples
    A aplicação complementar facilita o envio de um clip diretamente para o Instagram ou WhatsApp. Sem passos extra, sem cabos.
  • Áudio incorporado
    Os minúsculos altifalantes de ouvido aberto permitem-me ouvir música, podcasts ou atender chamadas. O som é nítido, mas permite-me ouvir o mundo à minha volta, o que me faz sentir mais seguro nos passeios ou ao atravessar a rua.

Utilização quotidiana

O que me surpreendeu foi a forma como normal eles sentem. A bateria dura um dia de utilização casual e o estojo de carregamento funciona como um elegante estojo para óculos. São tão confortáveis como qualquer par de Ray-Bans normal, por isso esqueço-me que são óculos inteligentes até precisar deles.

A quem se destinam

Se gosta de um estilo clássico mas quer uma forma subtil de captar memórias, ou se faz muito conteúdo social rápido, vale a pena experimentar estes modelos. Não se destinam a substituir o telemóvel, mas a facilitar a captação de momentos espontâneos.